3 de fevereiro de 2010

História do Santuário do Lima

Em janeiro de 1758, o coronel Antônio de Lima Abreu Pereira e sua esposa Paula Moreira Braga Pessoa, moradores de Apodi e proprietários da serra construíram uma capela e trouxeram a estátua de Nossa Senhora dos Impossíveis, de Portugal. Cerca de 30 anos depois, o mesmo coronel doou a capela ao Bispado, passando-se a desenvolver as romarias e celebrando-se a festa no dia 21 de novembro e dia 1 de janeiro. Os doadores passaram, por escritura, meia légua da terra para a diocese, passando a ser administrada pela congregação. Para ficar administrando o santuário, os missionários tiveram que construir um novo templo, fazer estradas de acesso, e ampliar a estrutura do local. Em todo esse tempo, os serviços do santuário foram se seguindo, e hoje, ele pode ser considerado a 13° Basílica do Brasil, título honorífico que recebeu. Seu primeiro administrador Padre Henrique Spitz afirmava que a estética para a forma arquitetônica do santuário foi tirada de algumas plantas de igrejas européias. Versão lendária - Não existe documento comprovando o porquê da construção da capela, hoje Santuário do Lima. A tradição conta que foi por uma promessa feita pelo coronel Antônio de Lima, que se perdeu nas terras onde hoje é o santuário e prometeu a Nossa Senhora dos Impossíveis, que, caso encontrasse o caminho de volta, doaria as terras à Igreja".