11 de abril de 2010

Instituição dos Ministérios de Leitor e Acólito do Frei George, MSF

Neste 2º Domingo do Tempo Pascal, no santuário de Nossa Senhora dos Impossíveis em Patu, o Frater George Lourenço dos Santos, MSF - foi instuido pelas bençãos de Deus e as mãos do Padre Domingos de Sá, MSF, vice Provincial da Congregação dos Missionários da Sagrada Família e reitor do Santuário, nos Ministérios de Leitor e Acólito.
Sinal de Presença para instituição dos Ministérios
Instituído Leitor
Aos Leitores: “Afim de poder desempenhar estas tarefas com aptidão e perfeição sempre maiores, procure o leitor meditar com assiduidade a Sagrada Escritura. Consciente dos ofícios recebidos, procure adquirir cada vez mais, por todos os meios oportunos, intenso amor e conhecimento da Sagrada Escritura, de modo a tornar-se discípulo mais perfeito do Senhor”. (Carta Ministeria Quaedam, Paulo VI). E fala aos que foram instituídos acólitos: “Destinados de modo particular ao serviço do altar, procure obter todas as noções relativas ao culto divino e compreender o seu significado íntimo e espiritual, de modo que se ofereça cada dia totalmente a Deus e possa ao mesmo tempo ser bom exemplo para todos pela sua atitude grave e respeitosa no templo sagrado. Por fim, com amor sincero, demonstre seu interesse pelo Corpo místico de Cristo ou povo de Deus, especialmente pelos fracos e pelos doentes”. (Carta Ministeria Quaedam, Paulo VI).
Instituído Acólito
Para o Acolitado as funções são: “O acólito é instituído para o serviço do altar e auxiliar o sacerdote e o diácono, estando intimamente ligado à Eucaristia. Por isso, quando instituídos acólitos, são eles também ministros extraordinários da Comunhão Eucarística. Numa comunidade paroquial os acólitos poderiam ser engajados na organização e assistência à equipe litúrgica que serve ao altar, à coordenação do ministério dos ministros extraordinários da Comunhão Eucarística e à Pastoral da Consolação em favor dos enfermos”. (Beckhäuser, Frei Alberto. Os fundamentos da Sagrada Liturgia, pág. 137). Como também: “Pode ser encarregado ainda, em circunstâncias extraordinárias, de expor publicamente á adoração dos fiéis, e fazer depois a reposição; não pode, porém dar a benção ao povo”. (Carta Ministeria Quaedam, Paulo VI). Poderá transportar “o missal, a cruz, as velas, etc”. (Carta Ministeria Quaedam, Paulo VI).
Dentre as diferenças entre os membros do Corpo Místico de Cristo, que é a Igreja, cada um com seu ministério estão para a glória de Seu Nome. Assim está escrito no Catecismo da Igreja Católica: “As próprias diferenças entre os membros de seu Corpo servem à sua unidade e à sua missão. Embora exista na Igreja diversidade de serviços (ministérios) há unidade na missão. Cristo confiou aos apóstolos e a seus sucessores o múnus de ensinar, de santificar e de governar em seu nome e por seu poder. Os leigos, por sua vez, participam do múnus sacerdotal, profético e régio de Cristo, compartilham a missão de todo o povo de Deus na Igreja e no mundo”. (C.I.C., 873).