26 de setembro de 2011

Homenagem á Patu, poema da conterânea Selma Suassuna

Poema à Minha Terra

Patu terra amada
dos sonhos de infância
dos tempos vividos
de vidas intensas
amores de jovens
mistério profundo
que faz a história
Dessa gente adorada.

Patu das lembranças
dos laços amigos
do povo cristão
da serra do lima
do verde da mata
os pássaros da terra
saudades infinitas
Que minha alma alcança.

Patu linda serra
amigos leais
João Godeiro, a Escola
educa e instrui
Da Mãe das Dores
dos ricos e pobres
dos leigos e sábios
que juntos se unem
Para amar essa terra.

Patu meu recanto
de cores e pedras
no meio da serra
Mãe dos Impossíveis
romeiros devotos
cristãos que não cansou
De louvar seu encanto.

Patu coração
de teu povo fiel
terra da Mãe
Mãe que é das Dores
chão que emana
a beleza do céu
e tudo que envolve
Uma bela canção.

Patu terra santa
de muita esperança
irmanadas na crença
mas também a maldade
aflora na índole
daqueles que matam
mas a fé vive e reina
Na alma pura e sedenta.
Por: Selma Suassuna
Natal/RN, julho de 2011.