11 de dezembro de 2011

Algo da História do Lima - Prof. Silvano Schoenberger


Primeira gestão de Pe. Henrique Spitz
 Pe. Henrique Spitz
Nascido em Duisburg, na Alemanha, havia chegado ao Brasil como filósofo aos 08 de novembro de 1929. Estudou teologia em São Leopoldo, RS. Foi ordenado sacerdote aos 06 de dezembro de 1932 em Santo Ângelo, onde se empenhou na construção de um seminário. Em maio de 1948 veio transferido para Recife. No dia 1° de agosto de 1948 tomou posse como 6° administrador do Santuário do Lima. Aos 06 de outubro de 1949, Dom João Batista Portocarrero Costa, entregou “in perpetuum” a administração do Santuário aos Missionários da Sagrada Família, de acordo com um contrato firmado no dia 29 de agosto entre a diocese e a congregação, obrigando-se a última a entregar mensalmente à cúria diocesana terça parte das esmolas depositadas nos cofres. Em 1949 estava Pe. Agostinho em Patu preocupado em continuar a construção da igreja matriz. Pe. Henrique se empenhava em melhorar a estrada de acesso ao Santuário, a qual foi inaugurada no dia 09 de junho de 1951. No dia 19 de agosto, Pe. Henrique assumiu como reitor por mais um triênio. Em seguida iniciou a reforma da barragem, acrescentando-lhe um metro e meio de parede e novos pilares. Com trilhos e vagonetes vindos de Lucrécia e com auxílio de juntas de bois e muitos homens trabalhando, conseguiu tirar a terra e a lama. Os anos 1952 a 1954 Pe. Spitz dedicou à construção da praça onde planejou erigir um novo Santuário e uma Casa de Romeiros. Aos 20 de fevereiro de 1954 Dom Eliseu Simões Mendes foi empossado como bispo da diocese de Mossoró. No mês de dezembro assumiu a direção da província o Pe. Francisco Xavier Nierhoff, o qual em seguida transferiu o Pe. Henrique para Crato para onde viajou no dia 28 de dezembro, assumindo a função de reitor do seminário, auxiliado pelo Ir. Lucas.


 Na primeira gestão de Pe. Henrique no Lima, iniciou a reforma da barragem, acrescentando-lhe um metro e meio de parede e novos pilares. Com trilhos e vagonetes vindos de Lucrécia e com auxílio de juntas de bois e muitos homens trabalhando, conseguiu tirar a terra e a lama

Texto: Blog A Folha Patuense
Fotos: Arquivo do Santuário