MEMORIAL


Breve histórico do Pe. Henrique Spitz
  • Nasceu aos 06/10/1903, em Duisburg – Alemanha;
  • Ingressou no seminário de Biesdors em 22/04/1922;
  • Em 1926 e 1927, foi noviciado em Mieunldach;
  • Em 1927 à 1929, fez filosofia bem Avengusburg;
  • Em 1929, fez  teologia em São Leopoldo – Rio Grande do Sul -Brasil;
  • Ordenou-se padre em Dezembro de 1932;
  • Em julho 1948 chegou ao santuário do Lima – Patu/RN;
  • Destruiu a antiga capela religiosa do século XIX para construir a basílica atual, neo-concreta;
  • Inaugurou a estrada e parte da praça em 20/05/1954;
  • Em 1955, foi transferido para o Crato/CE;
  • Em 05/02/1965, retornou ao santuário do Lima em Patu/RN;
  • Em 17/02/1979, faleceu em Recife- PE, foi sepultado ao lado  da entrada de acesso á igreja do primeiro andar (nave) em um túmulo esculpido em um bloco único de pedra granito.

"Hoje dorme em paz, no repouso eterno em solo patuense".

Tudo isso foi obra do trabalho tenaz de padre Henrique Spitz, que erigiu um grande monumento arquitetônico que é a igreja, para o exercício espiritual na posteridade.

 Pequisa: Ricardo Veriano
Foto: Pereira Vídeo e Foto


O Padre Henrique Spitz - fundador e construtor do Santuário Nossa Senhora dos Impossíveis (Lima), pertencia aos missionários da Santa Família uma comunidade religiosa. Destacava sempre que consagramos a Deus através dos públicos votos de pobreza, castidade e obediência. Acreditamos que Deus nos tenha chamado para seguirmos Jesus Cristo, e queremos participar do seu mandato para a salvação do mundo. Guiados pelo Espirito Santo, cumprimos o nosso carisma da missão, da pastoral das vocações e da pastoral das famílias. A encarnação do Verbo de Deus e a vida escondida da Sagrada Família em Nazaré são as fontes inesgotáveis da nossa espiritualidade.
A comunidade religiosa dos Missionários da Sagrada Família foi fundada pelo sacerdote francês João Berthier. Ele sentia o impulso de enviar novos missionários à Igreja. A palavra da Escritura: “A seara é realmente grande, mas poucos os ceifeiros. Rogai, pois, ao Senhor da seara, que mande ceifeiros para a sua seara “ (Mt 9,37-38), comovia P. Berthier profundamente. No seu tempo muita gente ainda não ouvira falar de Cristo. Ele queria dar muitíssimos missionários à Igreja. Por este motivo fundou, no ano de1895, a nossa Congregação.
As Constituições dos Missionários da Sagrada Família obrigam todos os membros a um tríplice carisma. O primeiro carisma é: Todos os membros são missionários e devem dirigir-se “a todos os que estão longe, a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar.”(Atos 2,39). Os Missionários enviados aos homens que estão longe têm um campo missionário muito amplo. As pessoas afastadas podem ser tais tanto por estarem longe da fé, quanto por viverem em outros continentes, ou ainda por viver em países afastados da fé em Deus.
Cada província tem o compromisso de definir o encargo missionário de seus membros.
O segundo carisma da Congregação é a pastoral das vocações eclesiásticas. Este é um pedido urgente da Igreja em quase todos os lugares, pois faltam vocações espirituais. Em algumas partes do mundo esta falta se apresenta de forma dramática. Mas os Missionários da Sagrada Família não buscam apenas candidatos para o serviço eclesiástico. As Constituições dizem aos membros que também devem dar atenção pastoral e humana aos que já trabalham na Igreja.
O terceiro carisma da Congregação é o compromisso pastoral das famílias. Com este mandato os Missionários da Sagrada família atendem tanto as próprias Constituições, quanto o urgente apelo que o Papa João Paulo II dirigiu à nossa Comunidade no ano de 1995.
Para a missão no nosso tempo, para a pastoral das vocações espirituais e para a pastoral das famílias, nós encontramos orientação nas pessoas santas de Jesus, Maria e José. Isto nos conduz ao mistério da encarnação de Jesus. O Pai enviou seu Filho ao mundo para que levasse todos os homens de boa vontade para a família de seu Pai Celeste. A meditação sobre a encarnação de Jesus Cristo e da sua longa vida recôndita em Nazaré são uma fonte de força para nós, os Missionários da Sagrada Família.

Acervo Fotográfico do Pe. Henrique Spitz





















































 Pesquisa e digitalização: Raniery Alves
Fonte: Arquivo do Santuário do Lima